Meio – Dia Contra Homofobia

Dia 28 de Junho

12h Esquina Democratica

Marcha Lésbica Feminista 2011

Não deixe de Acompanhar a 3º Jornada Lésbica Feminista e 5° Marcha Lésbica de POA. Dia 29 de Agosto no LAGO GLENIO PERES.

Semana da Juventude

A Semana da Juventude de Esteio/RS,  encerrou sua programação no domingo dia 19 de Junho com a coordenação do Grupo Unir Raças no território de Paz.

 

O Grupo Apresentou um video e logo um debate com a juventude e Movimentos lá representados , Marcha Mundial das Mulheres, grupo jovem da Comunidade Sta. Rita de Cassia, Movimento Jovem Negro Unir Raças e Escola Flores da Cunha. Após o debate com os temas: (violência, Segurança Pública, Religião,Educação e Aborto) foi produzido um documento que será apresentado na Conferencia da Juventude.

Festa da Cidadania

No dia 18 de Junho o nucleo da MM M- Esteio participou da feira da cidadania que aconteceu no final da Rua Rio Grande.

Foram oferecidos diferentes serviços para a população. Confecção de carteira de identidade e CPF, corte de cabelo, assistência jurídica gratuita, exames de visão, verificação da pressão arterial, orientação sobre escovação de dentes para as crianças e vacinação contra a poliomielite foram algumas das atividades oferecidas. A criançada também pode se divertir a valer nos brinquedos infláveis. A Feira da Cidadania foi mais uma das ações do Projeto Socioambiental que está sendo realizado para as principais comunidades que serão beneficiadas com o projeto de renaturalização do Arroio Sapucaia e construção da Avenida Beira-Arroio.

                                                                   

 

Nós do Coletivo Feminista Vânia Araujo levamos os artesanatos confeccionados pelas marchantes Vera Gomes moradora da vila Navegantes e Elaine Vargas moradora da Vila  Nova, a participação foi afim de divulgar a Marcha das Margaridas que se realizará nos dias 17 e 18 de Agosto em Brasília ocasião em que o núcleo estará fazendo uma mostra dos trabalhos realizados pelo grupo da MMM aqui em Esteio.

 

Oficina “ACORDES PARA A VIDA”

Um convite especial para as mulheres

NOTA DE REPÚDIO A TRUCULÊNCIA DO DCE DA PUC COM A CONIVÊNCIA DA PUC/RS

Nós, da Marcha Mundial das Mulheres RS, repudiamos veementemente a violência praticada pelo patriarcado, por meio de seus representantes no DCE da PUC/RS e todo conservadorismo da Pontifícia Universidade Católica, onde, mais uma vez, as mulheres foram vítimas. Machismo, abuso de poder, constrangimento ilegal e conivência de toda a instituição marcaram os fatos ocorridos ao longo das duas últimas semanas, em especial na noite de ontem (13/6). O DCE da PUC/RS é reincidente nestas práticas nos processos de eleição, que constantemente terminam assim, em violência. Desta vez as vítimas foram duas militantes do movimento estudantil, que estavam lá para garantir a democracia e transparência do processo eleitoral do Congresso da União Nacional dos Estudantes. Em outros momentos, já foram presenciados, inclusive, casos de morte. Todo processo de eleição vai parar na justiça, pois há fraudes, mas a conivência da Reitoria mantém o sistema. Não vamos mais tolerar estas práticas, que sempre acabam em violência, perseguição da oposição, preconceito, falta de transparência e suspeita de fraudes. Toda a nossa solidariedade às companheiras que foram vítimas de violência física por parte dos integrantes do DCE da PUC/RS. Sabemos que um dia essa história vai mudar e que isto só acontecerá com a nossa luta! Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres!

Marcha Mundial das Mulheres-RS

STF se prepara para julgar aborto anencéfalo

SÃO PAULO – Uma das gestações mais longas do STF está para ter fim. O ministro Marco Aurélio disponibilizou para julgamento a ADPF 54, que aguarda a bagatela de sete anos para ser analisada pelos ministros de nossa Corte Suprema. Trata-se da autorização de interrupção da gravidez do feto anencefálico.

 O processo se iniciou em 2004, quando a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS) ajuizou ação no STF pretendendo unificar a interpretação judicial nos casos em que se descobre que o feto nascerá sem cérebro.

 Houve concessão da liminar pelo ministro Marco Aurélio, mas a decisão foi cassada no mesmo ano, pela maioria do Plenário. Mais de vinte instituições foram ouvidas em audiência pública.

De 2004 para cá, a composição do STF se alterou, havendo nos meios jurídicos a expectativa do julgamento de procedência da ação: em outras palavras, que o tribunal repute como legal a autorização judicial para a interrupção da gravidez nestas hipóteses.

 Na maioria dos casos, tal autorização já vem sendo concedida por juízes e tribunais estaduais, com base em dois bons argumentos.

 O primeiro é que em se tratando de anencefalia, não há propriamente aborto. O aborto pressupõe expectativa de vida, o que não ocorre quando há ausência de cérebro. Fazendo um paralelismo com a lei que autoriza a doação de órgãos, o diagnóstico de morte encefálica já caracteriza legalmente a situação post mortem, exigida para a retirada dos tecidos.

 Os juízes também têm se ancorado no princípio da dignidade humana. Seria uma ofensa à dignidade, exigir de uma mãe que suportasse por nove meses a gestação de um filho que nascerá sem cérebro e, portanto, sem vida. Tem-se entendido que o Estado não pode impor tal sofrimento à gestante.

 De outro lado, há quem defenda a proibição da conduta pela ausência de regra no Código Penal que a autorize. Como se sabe, nossa lei criminaliza o aborto, punindo tanto o médico ou a parteira que o realizam, quanto a gestante que o autoriza, com apenas duas exceções: gestação resultado de violência sexual e aquela que põe em risco a vida da mulher.

 Mas existe uma circunstância que milita em prol dos defensores da autorização judicial: o Código Penal de 1940 não podia estipular a legalidade desta interrupção, pois não era imaginável quando editado, que a medicina pudesse prever a má formação fetal com tamanha antecedência.

 E para os que se aferram na letra fria da lei, ou no caso, da ausência dela, uma lição de recente decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que enfrentou a questão e autorizou a interrupção da gravidez: É a vida que faz o direito, não o direito que faz a vida.

 A falta de uma norma específica, portanto, não poderia ser álibi para a não aplicação de um princípio tão fundamental quanto o da dignidade da pessoa humana. E a jurisprudência do STF cada vez mais se distancia dos primados do positivismo, inclusive para reconhecer que nem todo direito está contido na lei. Isto seria legalismo, não justiça.

 A rigor, não se tratando propriamente de aborto, eis que o feto não tem perspectiva de vida diante da prenunciada ausência cerebral, nem mesmo a autorização judicial seria necessária.

 Afinal, não cabe aos juízes criminais autorizar a prática de um ato legal. Todavia, a reticência dos médicos acabou por trazer a questão aos tribunais -por sorte, juízes das instâncias inferiores não estão demorando o mesmo tempo dos ministros para avaliarem tais casos.

 O STF deve, sobretudo, fugir à tentação de se embrenhar na questão religiosa, resistindo à forte pressão das Igrejas quando assuntos como esses chegam às pautas, seja do Congresso, seja dos tribunais.

Sem desmerecer os fundamentos e o direito dos religiosos de expô-los, certo é que os princípios morais tutelados pelos diversos credos só dizem respeito a seus próprios fiéis e, diante da centenária separação Igreja-Estado, não podem ser impostos ao conjunto dos cidadãos.

 No âmbito político, a potência dos lobbies religiosos tem demonstrado força incomum.  Aparentemente, com o julgamento da união homoafetiva, o STF afastou os riscos de violação do Estado laico e nada indica que venha a ceder neste novo julgamento.

                                                                                                                                   texto:Marcelo Semer 

 

 

Marcha das Vagabundas

A marcha das vagabundas (do inglês SlutWalk ) surgiu quando um policial canadense afirmou, em uma palestra dentro de uma universidade de Direito, que as estudantes deveriam evitar se vestir como “vagabundas” para não serem vítimas de assédio sexual. As estudantes então resolveram protestar contra essa declaração. Daí surgiu a primeira marcha, reunindo cerca de 3 mil pessoasem Toronto. Através, principalmente, de mobilização nas redes sociais, jovens de diversos países têm saído às ruas, com faixas e roupas provocativas, buscando se apropriar da expressão pejorativa slut (vagabunda) pra protestar contra a responsabilização da mulher pela violência sexista. 
Nós da Fuzarca Feminista também estamos em marcha contra a cultura que responsabiliza a mulher pelas diversas formas de opressão, seja pelo estupro, pelas outras formas de violência física e psicológica, ou mesmo pelo fato de ainda termos relações desiguais entre homens e mulheres na sociedade. 
Marchamos pelo direito de nos vestir da forma que quisermos, sem que isso seja usado de pretexto para violência e para nossa desqualificação. Queremos viver em uma sociedade em que não sejamos mais divididas entre vadias e santas, ambas sob controle do homem. E se apropriar do termo “vadia”, nesse sentido, tem a ver com tudo isso. 
Queremos exercer nossa sexualidade de forma realmente livre, sem que o fato de ser “livre” implique em transar com quem/quando a gente não quiser. Queremos ser livres para ir atrás do nosso próprio desejo, e ser livres também para dizer “não”. 
Marchamos pelo direito de sermos “feias”, se ser “bonita” significa se encaixar num modelo de beleza ditado exclusivamente pelo desejo masculino e pelos lucros do mercado.

Não somos estupradas porque vestimos saias, andamos sozinhas à noite ou bebemos um pouco a mais. Não ganhamos menores salários e somos minoria em determinadas profissões e em cargos de poder devido a nossas “características naturais distintas”. Tampouco amamentamos em público para o deleite de nossos incautos observadores. 
A violência sexista é essa cometida pelos homens contra nós, mulheres, simplesmente por sermos mulheres. As situações de violência são demonstrações de poder e, geralmente, são justificadas por argumentos relacionados ao que deveria ser o jeito certo de nos portarmos. Estupro é questão de poder, não de sexo. 
Marchamos, hoje, pra lembrar dessas – dentre tantas outras – bandeiras que fazem o nosso feminismo tão atual e necessário, ainda em pleno século XXI. 
E seguiremosem marcha. Até que todas sejamos livres. 

Texto: Tica Moreno MMM/SP

A fuzarca feminista, núcleo jovem da marcha mundial das mulheres SP, preparou uma intervenção especialmente pra marcha das vagabundas, que rolou nesse sábado (04/06), às 14h, saindo da praça do ciclista (final da av. paulista, perto da rua da consolação) . 

 

 

Foi confeccionado cartazes (contra todas as formas de violência e opressão contra a mulher).

 

 

Batucada da Marcha Mundial das Mulheres-núcleo Esteio/RS

Oficina de Batucada

No dia 26 de Maio na Associação do Bairro Sto. Inacio o núcleo da Marcha realizou a primeira formação da batucada.

Iniciamos fazendo um resgate e reafirmando o papel e a impotancia da batucada no movimento feminista.

A batucada da Marcha surgiu entre 2003/2004 quando o movimento pensou uma forma de como chamar a atenção da sociedade contra e mercantilização, quando a imagem da mulher é usada para vender determinados produtos, como por exemplo: rotulo de cerveja com uma imagem de mulher pelada, exposição de carro com uma mulher bonita no lado.

Apartir disso a batucada ficou como referencia e instrumento de mobilização, estando hoje em todos os nucleos da Marcha pelo mundo todo. A batucada é internacional.

Sendo criada dentro dos  principios de preservação da natureza, foi pensado de forma que não tivesse custo, porque a nossa luta também é pelo Meio Meio Ambiente.  Usando na confecção somente material reciclado…

Logo em seguida paçamos para aula pratica na confecção …

No dia  02/06/2011 foi a primeira fez que a batucada saiu nas ruas de Esteio, na Marcha de  Abertura da Semana do Meio Ambiente

 A batucada subiu no palco junto com o Prefeito Gilmar, vereador Léo Dahmer e demais autoridades para juntos reforçar a nossa luta pela preservação dos recursos naturais 

Cantamos: 

 A NOSSA LUTA É TODO DIA

 NOSSAS FLORESTAS NÃO SÃO MERCADORIA (BIZ)