Esteio participa da IV Marcha Lésbica Feminista de POA.

Mais

Anúncios

VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS.

 

Talibã executa viúva grávida condenada por adultério no Afeganistão
Mulher foi açoitada 200 vezes e depois levou três tiros na cabeça
 
O talibã açoitou publicamente e depois executou com três tiros na cabeça uma viúva grávida acusada de adultério no distrito de Qadis, na província rural de Badghis (oeste do Afeganistão), informou a polícia local nesta segunda-feira. Bibi Sanubar, de 35 anos, foi mantida presa por três dias antes de ser morta em julgamento público comandado no domingo por um líder local do talibã.

O talibã acusou Sanubar de ter mantido um “relacionamento ilícito”, origem de sua gravidez. Segundo Ghulam Mohammad Sayeed, chefe da polícia do distrito, a mulher foi açoitada 200 vezes em público antes de ser executada.

– Ela foi fuzilada na cabeça em público, grávida – disse Sayeedi.

Ainda de acordo com o chefe da polícia, Sanubar foi executada pelo próprio comandante do talibã local, Mohammad Yousuf. Seu corpo foi abandonado em uma área pertencente ao governo afegão.

O episódio trouxe à memória dos afegãos o cruel perí odo do governo talibã, iniciado em 1996 e derrubado em 2001 pela coalizão da Otan liderada pelos Estados Unidos. Os fundamentalistas islâmicos promoviam rotineiramente apedrejamentos e açoitamentos públicos de pessoas acusadas de adultério ou de manter relações sexuais sem serem casadas. As autoridades talibãs também costumavam mutilar as mãos e pés de réus acusados de roubo ou assalto.

Nesta segunda-feira, um porta-voz do talibã negou que a milícia tenha sido responsável pela execução de Bibi Sanubar.

– Não fizemos nada disso em Badghis ou em qualquer outra província – afirmou Qari Yosuf Ahmadi, acrescentando que a informação é “propaganda” de estrangeiros e do governo afegão, apoiado pelo Ocidente.

O talibã não é um movimento nacional unificado, e pequenos grupos operam com autonomia estruturas de governo paralelas em bolsões isolados do sul, onde se concentra a insurgência. O suposto amante de Sanubar não foi punido.

Mohammad Nasir Nazaari, chefe do conselho provincial de Badghis, confirmou a execução e disse que o distrito de Qadis está atualmente sob controle talibã. O líder do conselho religioso do Afeganistão ocidental, Mohammad Kabaabiani, afirmou que a execução contraria os princípios islâmicos. Abdul Qadir Rahimi, líder da Comissão Afegã Independente dos Direitos Humanos, condenou o assassinato da jovem grávida.

Mulheres, Trabalho e o Mundo que Queremos

 A questão central dessa discussão sobre o trabalho fora ou em casa é que a mulher tenha o poder da autodeterminação. Ou seja, as duas opções são válidas, desde que a própria mulher faça esta escolha e não fique à mercê unicamente das vontades do homem, como se fosse sua propriedade. O poder da mulher sobre a própria vida é conquista recente em termos de história, fruto também de sutiãs queimados e da batalha de bravas mulheres feministas. O lado perverso é que o capitalismo teve papel fundamental na entrada da mulher no mercado de trabalho. Porém, não porque o sistema reconheceu a mulher como indivíduo capaz, mas porque era considerada mão de obra barata. Por isto, muitas enfrentam atualmente este dilema entre maternidade e profissão, como se fossem papéis excludentes um do outro e, como o ser humano não fosse capaz de encarar múltiplos papéis na sociedade. Ora, é legitimo querer realizar-se pelos seus talentos, pela profissão e também pela maternidade e, por isso, a luta é por conquistarmos um mundo mais humano, que proporcione as pessoas a realização não unicamente profissional, mas como seres humanos. E, para isso há uma necessidade revisarmos nossos valores. Aliás, mulheres, homem e seus habitats são vítimas dessa lógica perversa e consumista em que as coisas e a economia são mais importantes que a própria vida humana e sua preservação. Nesse sentido é salutar e digno de aplausos a ampliação da licença maternidade, mas este é apenas um avanço, embora importante, na busca da melhoria da qualidade de vida… Ficam abertas as discussões sobre o reconhecimento do trabalho doméstico como profissão e a redução da jornada de trabalho, entre outras tantas questões importantes. O certo é que estamos todos, mulheres e homens (e nossas crianças), vivendo uma rotina enlouquecida, que desvaloriza o ócio – fundamental para uma vida saudável. O resultado é uma população hipertensa, estressada, depressiva e violenta… Compartilho com a idéia do autor Lou Marinoff, o mundo esta precisando de mais Platão e menos Prozac.

Tatiane Dela Pase Membro do Grupo de Estudos e Ação Feministas Vânia Araujo de Esteio-RS Integrante da Marcha Mundial de Mulheres

foi neste sábado a primeira atividade da II Jornada Lésbica Feminista em uma cidade fora de Porto Alegre. Foi aqui  na Cidade de Esteio, durante a Feira Cultural Quadra 2. Foi na banca da MMM  e grupo feminista Vânia Araujo que as marchantes foram recepcionadas. Arte, artesanato, música e muita gente com alto astral circulou no espaço da Feira, na Rua Fernando Ferrari, em frente à Livraria Paidéia, conversando e convivendo de forma armoniosa, na caminhada para mudar o mundo e a visão patriarcal da sociedade sobre os direitos das mulheres, sexualidade e saúde.

Janaina Santos

Membro do Grupoo de Estudo e Ações Feministas Vânia Araujo

Integrante da Marcha Mundial de Mulheres

 

Feira Cultural Quadra 2

O grupo Vânia Araujo estará participando da  2º edição da Feira Cultural Quadra 2 que acontece neste sábado (7). O evento acontece a partir das 10h, na rua Fernando Ferrari, em frente aos Correios. A Feira Cultural tem o com objetivo de proporcionar um espaço de fomento aos segmentos de economia popular solidária, artístico e movimentos sociais.

Na banca do grupo irá acontecer duas oficinas apartir das 14hs.

1°  Oficina de batucada com (Cristiane Gomes)

2° Oficina de Lesbianidade e feminismo (LBL)

A Feira é organizada pela União das Associações de Moradores de esteio (UAME), Espaço Paidéia e Gabinete do vereador Leo Dahmer (PT), com apoio  de diversas entidades, entre elas a Prefeitura de Esteio, a Câmara de Vereadores, Fundo Municipal de Cultura (FMC) e Conselho Municipal de Cultura.

Em caso de chuva, o evento será transferido para o próximo sábado.